sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

7ª Olimpíada Educativa de Geografia - 9º ano - 2017

Conteúdos a serem estudados para a 1ª fase:

- Estados do Brasil e suas respectivas siglas.

- Capitais dos estados do Brasil.
- As 5 regiões do IBGE (agrupamento dos estados por região)
- Pontos de Orientação na rosa dos ventos (pontos cardeais e colaterais)

O aluno receberá mapas para localizar os conteúdos estudados, e o desafio acontecerá:


- 23/02: alunos da tarde
- 24/02: alunos da manhã


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Conteúdos a serem estudados para a 2ª fase:

- Linhas imaginárias
- Hemisférios
- Oceanos
- Continentes
- Identificar e localizar os países da América do Sul.
- Identificar e localizar os países da América do Norte.

O aluno receberá mapas para localizar os conteúdos estudados, e o desafio acontecerá:

- 02/03: alunos da tarde
- 03/03: alunos da manhã

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Conteúdo a ser estudado para a 3ª fase:

- Identificar e localizar as capitais dos países da América do Sul.
- Identificar e localizar os países da América do Norte e suas respectivas capitais.
- Identificar e localizar os países da América Central Continental e Insular (Grandes Antilhas)

O aluno receberá mapas para localizar os conteúdos estudados, e o desafio acontecerá:

- 09/03: alunos da tarde
- 10/03: alunos da manhã


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Conteúdo a ser estudado para a 4ª fase:

- Identificar e localizar os países da Europa.

O aluno receberá mapa para localizar o conteúdo estudado, e o desafio acontecerá:

- 16/03: alunos da tarde
- 17/03: alunos da manhã

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Conteúdo a ser estudado para a 5ª fase:

- Identificar e localizar as capitais dos países europeus.

O aluno receberá 1 mapa para localizar o conteúdo estudado, e o desafio acontecerá:

- 30/03: alunos da tarde
- 31/03: alunos da manhã

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Revolução Industrial!






ACESSAR O LINK A SEGUIR E JOGAR:

http://www.smartkids.com.br/jogo/jogo-trivia-revolucao-industrial

Capitanias Hereditárias!

A primeira tentativa de colonização do Brasil



A pedido do rei, Martin Afonso deixou o Brasil, em 1530, para cuidar de negócios na Índia. Aqui, porém, deixou os colonos providos dos meios necessários ao desenvolvimento da economia colonial.

Foram eles que introduziram no país o gado e os animais de carga, bem como a cana-de-açúcar, plantada pioneiramente em São Vicente. A cana era um produto comercial de alto valor que os portugueses já cultivavam com sucesso em suas possessões nas ilhas do Atlântico.

No ano da partida de Martim Afonso, o rei resolveu adotar para a administração do território o sistema de capitanias hereditárias, que já utilizara nas colônias da África e das ilhas do Atlântico. Quinze enormes porções de terra foram doadas a membros da pequena nobreza e comerciantes, em geral com experiência militar e serviços prestados na África ou na Índia.

Resultados insatisfatórios

A divisão do território se estendeu de Belém do Pará até a ilha de Santa Catarina, tendo como limites o Oceano Atlântico a leste e a linha de Tordesilhas a oeste. Arcando com os custos do empreendimento, eles deveriam administrar a exploração das capitanias, contando com amplos poderes na distribuição de terras para colonos e na cobrança de impostos.

O sistema não produziu os resultados esperados. Por um lado, os donatários não tinham interesse ou não dispunham dos recursos financeiros para a colonização. Por outro, o relacionamento com os índios foi se tornando conflituoso, à medida que grupos maiores de portugueses se estabeleciam em suas terras.

Primeiro desastre ecológico

Diferentemente dos comerciantes de pau-brasil, os novos colonos vinham para ficar e submeter a terra aos seus padrões de trabalho e economia. A introdução da agricultura pelo branco - em moldes muito diferentes dos conhecidos pelas aldeias indígenas - significou o ponto máximo de tensão entre os interesses dos dois grupos. Para as grandes plantações, eram necessários os desmatamentos, a expulsão dos nativos e a apropriação das terras indígenas.

Além disso, ao mesmo tempo em que os novos colonos davam início a uma economia agrícola em solo brasileiro, a exploração do pau-brasil começava a dar mostras de esgotamento. A devastação desenfreada das matas litorâneas tornava obrigatória a busca do produto em regiões cada vez mais longínquas. Um exemplo conhecido é o da floresta existente ao redor da vila de Olinda em Pernambuco, fundada por Duarte Coelho em 1534. Doze anos depois da chegada do donatário, a mata já se encontrava a 120 quilômetros de distância da vila.

O avanço arriscado em direção às matas do interior representava um acréscimo de trabalho ao abate e transporte das árvores realizado pelos indígenas. Se no início do comércio com os brancos, os índios chegavam a nadar em busca de navios para oferecer pau-brasil, em meados do século passaram a exigir pagamentos maiores pela madeira e por seu trabalho. Além disso, uma vez que adquiriam em quantidade suficiente os utensílios que lhes interessavam, as tribos não tinham razão de continuar trabalhando.

As guerras indígenas

Simultaneamente, para o desenvolvimento da lavoura, os portugueses experimentavam uma necessidade maior de mão-de-obra. Inviabilizada a relação pacífica do escambo, os portugueses recorreram à violência, capturando o índio e obrigando-o ao trabalho escravo. Isso gerou imediatos e frequentes ataques de represália indígena às povoações portuguesas.

As guerras indígenas constituíram o golpe de misericórdia ao sistema de capitanias hereditárias, que se tornou inviável quinze anos depois de implantado. Nas capitanias da Paraíba, Bahia, e Espírito Santo, os povoados foram massacrados cinco ou seis anos depois de estabelecidos.

As únicas capitanias que efetivamente prosperaram foram as de São Vicente e Pernambuco. Nesta, Duarte Coelho obteve sucesso devido ao solo e ao clima adequados para o plantio da cana de açúcar, bem como por dispor de dinheiro e soldados para proteger-se dos ataques de índios.

Em 1549, para contornar o fracasso do sistema de capitanias, a Corte portuguesa resolveu centralizar a administração do território Brasileiro. Nomeou-se um Governador geral, o que iniciou uma segunda etapa da política portuguesa de colonização do Brasil. De qualquer modo, as capitanias subsistiram como unidades administrativas das regiões brasileiras. Até o século 18, a Coroa portuguesa retomou-as todas de seus proprietários, por meio de compras e desapropriações.

Conceitos básicos de Geografia!


Espaço Geográfico!


quarta-feira, 20 de julho de 2016

RIO NILO!!!

O Nilo é um dos rios mais importantes do mundo. É rico em história, pois foi em suas margens que se iniciou e se desenvolveu a civilização egípcia. Muitas vezes, nós o relacionamos somente ao Egito. Foi Heródoto, historiador grego, que ajudou a difundir essa ideia por cunhar a famosa frase: “O Egito é uma dádiva do Nilo”. Se observarmos um mapa com as divisões atuais da África, veremos que ele abarca vários países africanos. O Nilo nasce no Lago Vitória e, solitário (por quase não ter afluentes), vai percorrendo diversos países como Uganda, Etiópia, Sudão e, é claro, o Egito, até desaguar através de seu delta no Mar Mediterrâneo.
A imagem de satélite da NASA mostra o Rio Nilo. Observe-a com atenção e verifique alguns fatores como fertilidade e deserto. Foto: NASA/GSFC/JPL, MISR Team.

A imagem de satélite da NASA mostra o Rio Nilo. Observe-a com atenção e verifique alguns fatores como fertilidade e deserto. Foto: NASA/GSFC/JPL, MISR Team.

Quantidade de países reconhecidos pela ONU!


Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 193 países. Mas há algumas ausências nessa lista. As duas mais famosas são Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China, e o Vaticano, que, apesar de ficar de fora do cadastro da ONU, é "observador permanente" da entidade, status que dá direito a voto nas conferências. A Palestina também é um Estado observador. Além disso, a ONU não contabiliza possessões e territórios. A Groenlândia, por exemplo, fica de fora porque é território da Dinamarca.
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Para ganhar a carteirinha de sócio, o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica - uma moeda ajuda bastante - e soberania nacional. E ainda deve ser reconhecido pelos outros integrantes do clube. Mas a lista da ONU não é a única. Algumas associações esportivas também têm as suas. É o caso do Comitê Olímpico Internacional, com 206 membros, e da Fifa, que tem 209. Territórios como Aruba e Ilhas Cayman, não reconhecidos pela ONU porque pertencem, respectivamente, à Holanda e ao Reino Unido, integram as duas entidades.
Se você acha e tem muito país pra pouco mundo, saiba que isso é uma coisa relativamente nova: no início do século 20, havia apenas 57 nações. "Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o fim dos impérios austro-húngaro, na Europa, e turco-otomano, no Oriente Médio, fez com que surgissem novos países, como a Áustria e o Iraque", diz a historiadora Maria Aparecida de Aquino, da USP. Décadas depois, a independência de ex-colônias da Ásia e da África dividiu mais o mapa. Nessa época surgiram Índia e Paquistão (1947) e Moçambique (1975), entre outros países. Na década de 1990, com o fim da União Soviética, o mundo ganhou outra leva de nações, como a Ucrânia e o Uzbequistão. E novas divisões ainda são traçadas em zonas de conflito. A Caxemira, na fronteira entre Índia e Paquistão, e a Chechênia, na Rússia, reivindicam a independência na ponta da baioneta. Os mais novos países reconhecidos pela ONU são Montenegro, ex-república iugoslava que ganhou status de país independente em 2006, e Sudão do Sul, que em 2011 conquistou sua independência do Sudão após uma longa e sanguinária guerra civil.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

EXERCÍCIOS DO BIMESTRE - 6º ANO

Olá querido(a) aluno(a)

Conforme expliquei em sala, acesse o link a seguir para chegar aos exercícios de avaliação do bimestre. Utilize o livro didático como fonte de pesquisa e bom trabalho!!!!
Ah... E não feche a página enquanto não terminar todas as questões, ok?!?!?! Bjinhos


https://docs.google.com/forms/d/1bFECas9HxCyZXD75wSKFbHjn1ylhwJFpOSxw3Mm7T70/edit



domingo, 29 de maio de 2016

Mortalidade Infantil

LEIA COM ATENÇÃO E ENTENDA UM POUCO MAIS SOBRE ESTA REALIDADE!

          A taxa de mortalidade infantil expressa o número de crianças de um determinado local que morre antes de completar 1 ano de vida a cada mil nascidas vivas. Esse dado é um indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação.

         Entre as principais causas da mortalidade infantil estão a falta de assistência e de instrução às gestantes, ausência de acompanhamento médico, deficiência na assistência hospitalar, desnutrição, déficit nos serviços de saneamento ambiental, entre outros. A ausência de saneamento provoca a contaminação da água e dos alimentos, podendo desencadear doenças como a hepatite A, malária, febre amarela, cólera, diarreia, etc.

        Conforme dados do Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a taxa de mortalidade infantil mundial é de 45 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas. Esses dados estão em constante declínio, visto que há 20 anos o número de mortes de crianças com menos de 1 ano era de 65 para a mesma quantidade de nascidas vivas.

        Contudo, é importante destacar que essa redução não ocorre da mesma forma em todos os países. Nas nações desenvolvidas economicamente, a taxa de mortalidade infantil é muito baixa, sendo que algumas registram médias inferiores a 3 mortes para cada mil nascidos, como o Japão, Islândia, Finlândia, Suécia, Noruega e Cingapura. No Brasil, essa taxa é de 22 para cada mil nascidos.

        Por outro lado, alguns países possuem taxas de mortalidade infantil altíssimas: Afeganistão (152), Chade (127), Angola (111), Guiné-Bissau (109), Nigéria (107), Somália (106), Mali (103) e Serra Leoa (102). Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu a redução da mortalidade infantil entre uma das oito Metas de Desenvolvimento do Milênio.

         Para que o objetivo seja alcançado, os países ricos devem contribuir para a estruturação das nações que enfrentam esse grande problema social, realizando a construção de hospitais, capacitação da equipe médica, educação familiar, subsídios para a alimentação adequada, saneamento ambiental, entre outros.

Formação de Ventos!!!


Ilhas de Calor!!!!







Acesse o link a seguir e assista o vídeo:

http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/professor-de-geografia-explica-conceito-de-ilhas-de-calor/2759197/

Efeito Estufa X Aquecimento Global








Acesse este link e assista o vídeo sobre impactos das Mudanças Climáticas, no Brasil!!!

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/9220/11_impactos_no_brasil_e_no_mundo/11_impactos_no_brasil_e_no_mundo.html

sábado, 21 de maio de 2016

A história do clima!


Diferença entre Clima e Tempo.




Bem pessoal, antes de saber o que é clima, você precisa entender o que é tempo atmosférico.

Tempo é o conjunto de valores (de temperatura, de pressão, de umidade e de precipitação) que em um dado momento e em certo lugar caracterizam o estado momentâneo atmosféricos de um determinado lugar (isto é, naquele momento específico)
O tempo é o estado da atmosfera em um local determinado e em um momento definido. Assim, por exemplo, pode-se dizer que hoje em Londrina o tempo é quente e ensolarado, Por outro lado, o clima é a condição média da atmosfera durante um longo período. Assim, dizemos que o clima em Londrina é subtropical, com temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas ao longo do ano.

Tempo atmosférico corresponde ao estado da atmosfera num determinado momento, ou seja, é como se fosse uma "fotografia" da atmosfera, pela qual se percebem as condições meteorológicas, por exemplo: nublado ou não nublado.

Exemplificando:
- Se está fazendo sol ou não.
- Fazendo calor ou não.
- Fazendo frio ou não.

É isso pessoal!!!! Não tem como complicar, ok?!?!

As condições atmosféricas mudam constantemente. Existem mudanças bruscas que acontecem em poucas horas e processos amplos que duram séculos ou milhares de anos. Por isso é importante saber a diferença entre tempo e clima.

E o que é Clima????

Clima é o resultado dos registros do tempo atmosférico de um determinado lugar, realizados durante um período aproximado de 30 anos. 
Ou seja: o clima corresponde a sequência habitual de tempos atmosféricos. Por exemplo, no Brasil predomina o verão chuvoso e o inverno seco, formando o clima tropical continental. Portanto, o clima é mais duradouro ou permanente e não muda constantemente como o tempo atmosférico.

A observação dos tipos de tempo mais comuns e sua distribuição durante o ano revelam o clima de uma região. Para conhecê-lo, são analisados seus elementos principais (temperaturas, precipitações, ventos e pressão do ar), que têm suas condições médias estudadas ao longo de décadas.

Como os dados meteorológicos são obtidos

A temperatura é medida com um termômetro e seus valores são dados em graus, sendo a escala mais comum a Celsius. Como as temperaturas variam muito, nos estudos científicos os valores extremos são tão importantes quanto os médios.
As chuvas são medidas por meio do pluviômetro, que é um recipiente com marcas para a medição da altura da água da chuva nele contida. Se em um dia a água atinge 50 mm, dizemos que houve uma precipitação de 50 mm de chuva.
A pressão do ar é medida por um barômetro, em mm/Hg (milímetros de mercúrio). Quanto maior a pressão, menor a possibilidade de chuva.
A nebulosidade indica a existência ou não de nuvens e em qual altitude elas estão.
Para determiná-la, usa-se um feixe de laser que rebate na base das nuvens. O tempo gasto para o feixe ir e vir permite calcular a altitude da nuvem.
A direção do vento indica a sua orientação. É importante, pois permite conhecer as mudanças no tempo. Se uma nuvem está próxima do observador, mas o vento sopra em direção a ela, significa que ela não o alcançará. Cata-ventos e birutas são usados para determinar a direção dos ventos.

EXERCÍCIOS!!!

1 - Sobre os conceitos referentes a clima e tempo, destaque a opção correta:
a) Esses conceitos são sinônimos.
b) O clima é inconstante, ou seja, varia o tempo todo.
c) O tempo é considerado constante, não possui variação.
d) O Brasil inteiro possui o mesmo clima.
e) O clima é constante e o tempo é inconstante, ou seja, variável.

2 - ___________indica uma sucessão de varia­ções do tempo em um determinado lugar du­rante um longo período, no mínimo 30 anos.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) clima      b) tempo    c) temperatura

3 - O estado momentâneo do ar, num deter­minado local da Terra, caracteriza o ______ atmosférico desse lugar.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) clima      b) tempo    c) temperatura

4 – Como se chama a diferença entre a maior e a menor tem­peratura é a amplitude térmica de um lugar, que também pode ser diária, mensal e anual?
a) temperatura máxima    b) tempo      c) amplitude térmica

5 - Quando a umidade do ar é muito baixa, em determinados meses do ano, o que pode ocorrer conosco?
a)      a garganta fica seca e dolorida e o nariz pode sangrar.
b)      a garganta fica úmida e dolorida e o nariz pode sangrar.
c)       a garganta fica úmida e dolorida e o nariz pode ter sangramentos.

6 – Qual é sinônimo de granizo?
a) geada     b) chuva de pedra    c) nevoeiro

7 – Como se chama a  solidificação do orvalho e ocorre em madrugadas muito frias, quando as gotas de água do orvalho se resfriam a menos de 0 °C?
a) geada     b) chuva de pedra    c) nevoeiro

8 - _________formado pela condensação do vapor de água na atmosfera e se forma perto do solo.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) chuva      b) nevoeiro   c) geada

9 -  Qual é o nome da ciência que estuda a atmosfera e seus fenômenos?
a) meteorologia    b) geologia     c) agronomia

10 – Qual das alternativas abaixo não é uma precipitação?
a) geada     b) chuva de pedra    c) chuva    d)neve

11 – Qual é a precipitação que ocorre quando a temperatura nas nuvens permanece abaixo de 0o C e faz o vapor da água condensar-se e transformar-se em cristais de gelo?

a) geada     b) chuva de pedra    c) chuva    d) neve


domingo, 10 de abril de 2016

Desemprego Estrutural!


Neste assunto você encontrará: O que é? Causas do desemprego estrutural, características, exemplos, diferença do conjuntural, relação com a globalização econômica. Bom estudo!!!!

O que é (conceito)

O desemprego estrutural é aquele gerado pela introdução de novas tecnologias ou de sistemas e processos voltados para a redução de custos.

Estes novos elementos afetam os setores da economia de um país (indústria, comércio e serviços), causando demissão, geralmente, em grande quantidade.

Principais causas do desemprego estrutural (exemplos):

- Implantação de robôs no processo de produção industrial.

- Instalação de caixas eletrônicos em agências bancárias.

- Informatização em empresas e órgãos públicos, visando diminuir os processos burocráticos.

- Uso da Internet para serviços bancários, compras online e outros serviços.

- Adoção de processos administrativos eficientes nas empresas, visando otimizar o trabalho e reduzir a mão-de-obra.

- Introdução de novas tecnologias, que visam a substituição de mão-de-obra humana por computadores e máquinas automatizadas.

Diferenças entre desemprego estrutural e conjuntural

Enquanto o desemprego estrutural é causado pela adoção de novas tecnologias e processos, o conjuntural é gerado por crises econômicas internas ou externas. Crises econômicas, geralmente, diminuem o consumo, as exportações, a produção e, por consequência de tudo isso, aumenta o desemprego.

Quando a economia de um país se recupera, após o fim de uma crise, o desemprego conjuntural tende a diminuir. No caso do desemprego estrutural, as vagas de emprego fechadas naquelas funções não são mais retomadas.

Desemprego estrutural e globalização

A globalização da economia, que ganhou força a partir da década de 1970, teve grande participação no aumento do desemprego estrutural no mundo todo. A globalização econômica fez aumentar a competitividade em âmbito internacional, principalmente através do comércio exterior, fazendo com que as empresas buscassem formas de reduzir custos de produção, comercialização e transporte. Entre estas formas, podemos citar as principais causas do desemprego estrutural: adoção de novas tecnologias e sistemas administrativos e produtivos de custos reduzidos (ambos com diminuição de mão-de-obra).

Setores da Economia!

Vídeo que apresenta o surgimento dos setores da economia!










Vídeo que descreve as atividades ligadas a cada setor da economia!


Commodities!


População X Área, por Continentes!




Alguns números dos continentes
Continentes Área (Km²) Número de países População
Ásia 43.608.000 49 4.166.700.000
América 42.960.000 35    940.300.000
África 30.335.000 54 1.033.000.000
Europa 10.498.000 49    732.800.000
Oceania   8.923.000 15      35.800.000
Antártida 13.340.000  0                    0
Fonte países: Países-Membros da Onu. Ano 2014
Fonte população: 
Fundo de População das Nações Unidas 2012 – Dados 2010
Observação: A Onu reconhece a existência de 193 países. Alguns países possuem território em dois continentes, sendo eles: Egito, Timor-Leste, Geórgia, Azerbaijão, Rússia, Cazaquistão, Turquia, Armênia e Chipre.

sábado, 9 de abril de 2016

Função do IBGE!






O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE – é um órgão criado para levantar dados e informações sobre o território brasileiro. Trata-se de uma entidade muito importante, pois é a partir dos dados coletados pelo IBGE que é possível a elaboração de políticas públicas e um melhor conhecimento do país e do espaço geográfico.
Em seu site, o IBGE lista as seguintes atividades abaixo como sendo as suas principais funções:
- Analisar e criar dados estatísticos (população, renda, entre outros);
- Criação e análise de mapas e outras informações geográficas;
- Disponibilizar informações sobre o meio ambiente;
- Arquivar e divulgar informações sobre o país;
- Coordenar a produção de gráficos, dados e mapas sobre o Brasil.
Esse instituto é parte do Estado brasileiro, está oficialmente vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, além de possuir 27 unidades estaduais (uma para cada estado brasileiro), 27 setores de documentação e 581 agências de coletas de dados municipais. Além de tudo isso, o IBGE também mantém a Reserva Ecológica do Roncador, localizada próximo à capital Brasília.
Desde a época do Brasil Imperial existem órgãos do governo que tinham a função de levantar informações sobre o nosso território. Porém, o IBGE foi criado somente em 1936, pelo Governo Getúlio Vargas, substituindo o extinto Departamento Nacional de Estatísticas (DNE).
A cada dez anos, o IBGE realiza o Censo Demográfico, que é uma grande pesquisa em que funcionários pesquisadores visitam todos os lares e centros comerciais do Brasil para contar as populações e descobrir as suas características, tais como renda, local de nascimento, idade, religião e muitas outras.



ACESSE : http://www.ibge.gov.br/home/  



VÍDEO QUE ABORDA OS CONCEITOS RELACIONADOS A DINÂMICA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.



2026

  SEJAM BEM-VINDOS, QUERIDOS ALUNOS!!!! Aqui será nosso espaço virtual de aprendizagem... Espero que você aproveite bastante!!! Abraço carin...