quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Capitanias Hereditárias!

A primeira tentativa de colonização do Brasil



A pedido do rei, Martin Afonso deixou o Brasil, em 1530, para cuidar de negócios na Índia. Aqui, porém, deixou os colonos providos dos meios necessários ao desenvolvimento da economia colonial.

Foram eles que introduziram no país o gado e os animais de carga, bem como a cana-de-açúcar, plantada pioneiramente em São Vicente. A cana era um produto comercial de alto valor que os portugueses já cultivavam com sucesso em suas possessões nas ilhas do Atlântico.

No ano da partida de Martim Afonso, o rei resolveu adotar para a administração do território o sistema de capitanias hereditárias, que já utilizara nas colônias da África e das ilhas do Atlântico. Quinze enormes porções de terra foram doadas a membros da pequena nobreza e comerciantes, em geral com experiência militar e serviços prestados na África ou na Índia.

Resultados insatisfatórios

A divisão do território se estendeu de Belém do Pará até a ilha de Santa Catarina, tendo como limites o Oceano Atlântico a leste e a linha de Tordesilhas a oeste. Arcando com os custos do empreendimento, eles deveriam administrar a exploração das capitanias, contando com amplos poderes na distribuição de terras para colonos e na cobrança de impostos.

O sistema não produziu os resultados esperados. Por um lado, os donatários não tinham interesse ou não dispunham dos recursos financeiros para a colonização. Por outro, o relacionamento com os índios foi se tornando conflituoso, à medida que grupos maiores de portugueses se estabeleciam em suas terras.

Primeiro desastre ecológico

Diferentemente dos comerciantes de pau-brasil, os novos colonos vinham para ficar e submeter a terra aos seus padrões de trabalho e economia. A introdução da agricultura pelo branco - em moldes muito diferentes dos conhecidos pelas aldeias indígenas - significou o ponto máximo de tensão entre os interesses dos dois grupos. Para as grandes plantações, eram necessários os desmatamentos, a expulsão dos nativos e a apropriação das terras indígenas.

Além disso, ao mesmo tempo em que os novos colonos davam início a uma economia agrícola em solo brasileiro, a exploração do pau-brasil começava a dar mostras de esgotamento. A devastação desenfreada das matas litorâneas tornava obrigatória a busca do produto em regiões cada vez mais longínquas. Um exemplo conhecido é o da floresta existente ao redor da vila de Olinda em Pernambuco, fundada por Duarte Coelho em 1534. Doze anos depois da chegada do donatário, a mata já se encontrava a 120 quilômetros de distância da vila.

O avanço arriscado em direção às matas do interior representava um acréscimo de trabalho ao abate e transporte das árvores realizado pelos indígenas. Se no início do comércio com os brancos, os índios chegavam a nadar em busca de navios para oferecer pau-brasil, em meados do século passaram a exigir pagamentos maiores pela madeira e por seu trabalho. Além disso, uma vez que adquiriam em quantidade suficiente os utensílios que lhes interessavam, as tribos não tinham razão de continuar trabalhando.

As guerras indígenas

Simultaneamente, para o desenvolvimento da lavoura, os portugueses experimentavam uma necessidade maior de mão-de-obra. Inviabilizada a relação pacífica do escambo, os portugueses recorreram à violência, capturando o índio e obrigando-o ao trabalho escravo. Isso gerou imediatos e frequentes ataques de represália indígena às povoações portuguesas.

As guerras indígenas constituíram o golpe de misericórdia ao sistema de capitanias hereditárias, que se tornou inviável quinze anos depois de implantado. Nas capitanias da Paraíba, Bahia, e Espírito Santo, os povoados foram massacrados cinco ou seis anos depois de estabelecidos.

As únicas capitanias que efetivamente prosperaram foram as de São Vicente e Pernambuco. Nesta, Duarte Coelho obteve sucesso devido ao solo e ao clima adequados para o plantio da cana de açúcar, bem como por dispor de dinheiro e soldados para proteger-se dos ataques de índios.

Em 1549, para contornar o fracasso do sistema de capitanias, a Corte portuguesa resolveu centralizar a administração do território Brasileiro. Nomeou-se um Governador geral, o que iniciou uma segunda etapa da política portuguesa de colonização do Brasil. De qualquer modo, as capitanias subsistiram como unidades administrativas das regiões brasileiras. Até o século 18, a Coroa portuguesa retomou-as todas de seus proprietários, por meio de compras e desapropriações.

Conceitos básicos de Geografia!


Espaço Geográfico!


quarta-feira, 20 de julho de 2016

RIO NILO!!!

O Nilo é um dos rios mais importantes do mundo. É rico em história, pois foi em suas margens que se iniciou e se desenvolveu a civilização egípcia. Muitas vezes, nós o relacionamos somente ao Egito. Foi Heródoto, historiador grego, que ajudou a difundir essa ideia por cunhar a famosa frase: “O Egito é uma dádiva do Nilo”. Se observarmos um mapa com as divisões atuais da África, veremos que ele abarca vários países africanos. O Nilo nasce no Lago Vitória e, solitário (por quase não ter afluentes), vai percorrendo diversos países como Uganda, Etiópia, Sudão e, é claro, o Egito, até desaguar através de seu delta no Mar Mediterrâneo.
A imagem de satélite da NASA mostra o Rio Nilo. Observe-a com atenção e verifique alguns fatores como fertilidade e deserto. Foto: NASA/GSFC/JPL, MISR Team.

A imagem de satélite da NASA mostra o Rio Nilo. Observe-a com atenção e verifique alguns fatores como fertilidade e deserto. Foto: NASA/GSFC/JPL, MISR Team.

Quantidade de países reconhecidos pela ONU!


Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 193 países. Mas há algumas ausências nessa lista. As duas mais famosas são Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China, e o Vaticano, que, apesar de ficar de fora do cadastro da ONU, é "observador permanente" da entidade, status que dá direito a voto nas conferências. A Palestina também é um Estado observador. Além disso, a ONU não contabiliza possessões e territórios. A Groenlândia, por exemplo, fica de fora porque é território da Dinamarca.
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Para ganhar a carteirinha de sócio, o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica - uma moeda ajuda bastante - e soberania nacional. E ainda deve ser reconhecido pelos outros integrantes do clube. Mas a lista da ONU não é a única. Algumas associações esportivas também têm as suas. É o caso do Comitê Olímpico Internacional, com 206 membros, e da Fifa, que tem 209. Territórios como Aruba e Ilhas Cayman, não reconhecidos pela ONU porque pertencem, respectivamente, à Holanda e ao Reino Unido, integram as duas entidades.
Se você acha e tem muito país pra pouco mundo, saiba que isso é uma coisa relativamente nova: no início do século 20, havia apenas 57 nações. "Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o fim dos impérios austro-húngaro, na Europa, e turco-otomano, no Oriente Médio, fez com que surgissem novos países, como a Áustria e o Iraque", diz a historiadora Maria Aparecida de Aquino, da USP. Décadas depois, a independência de ex-colônias da Ásia e da África dividiu mais o mapa. Nessa época surgiram Índia e Paquistão (1947) e Moçambique (1975), entre outros países. Na década de 1990, com o fim da União Soviética, o mundo ganhou outra leva de nações, como a Ucrânia e o Uzbequistão. E novas divisões ainda são traçadas em zonas de conflito. A Caxemira, na fronteira entre Índia e Paquistão, e a Chechênia, na Rússia, reivindicam a independência na ponta da baioneta. Os mais novos países reconhecidos pela ONU são Montenegro, ex-república iugoslava que ganhou status de país independente em 2006, e Sudão do Sul, que em 2011 conquistou sua independência do Sudão após uma longa e sanguinária guerra civil.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

EXERCÍCIOS DO BIMESTRE - 6º ANO

Olá querido(a) aluno(a)

Conforme expliquei em sala, acesse o link a seguir para chegar aos exercícios de avaliação do bimestre. Utilize o livro didático como fonte de pesquisa e bom trabalho!!!!
Ah... E não feche a página enquanto não terminar todas as questões, ok?!?!?! Bjinhos


https://docs.google.com/forms/d/1bFECas9HxCyZXD75wSKFbHjn1ylhwJFpOSxw3Mm7T70/edit



domingo, 29 de maio de 2016

Mortalidade Infantil

LEIA COM ATENÇÃO E ENTENDA UM POUCO MAIS SOBRE ESTA REALIDADE!

          A taxa de mortalidade infantil expressa o número de crianças de um determinado local que morre antes de completar 1 ano de vida a cada mil nascidas vivas. Esse dado é um indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação.

         Entre as principais causas da mortalidade infantil estão a falta de assistência e de instrução às gestantes, ausência de acompanhamento médico, deficiência na assistência hospitalar, desnutrição, déficit nos serviços de saneamento ambiental, entre outros. A ausência de saneamento provoca a contaminação da água e dos alimentos, podendo desencadear doenças como a hepatite A, malária, febre amarela, cólera, diarreia, etc.

        Conforme dados do Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a taxa de mortalidade infantil mundial é de 45 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas. Esses dados estão em constante declínio, visto que há 20 anos o número de mortes de crianças com menos de 1 ano era de 65 para a mesma quantidade de nascidas vivas.

        Contudo, é importante destacar que essa redução não ocorre da mesma forma em todos os países. Nas nações desenvolvidas economicamente, a taxa de mortalidade infantil é muito baixa, sendo que algumas registram médias inferiores a 3 mortes para cada mil nascidos, como o Japão, Islândia, Finlândia, Suécia, Noruega e Cingapura. No Brasil, essa taxa é de 22 para cada mil nascidos.

        Por outro lado, alguns países possuem taxas de mortalidade infantil altíssimas: Afeganistão (152), Chade (127), Angola (111), Guiné-Bissau (109), Nigéria (107), Somália (106), Mali (103) e Serra Leoa (102). Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu a redução da mortalidade infantil entre uma das oito Metas de Desenvolvimento do Milênio.

         Para que o objetivo seja alcançado, os países ricos devem contribuir para a estruturação das nações que enfrentam esse grande problema social, realizando a construção de hospitais, capacitação da equipe médica, educação familiar, subsídios para a alimentação adequada, saneamento ambiental, entre outros.

Formação de Ventos!!!


Ilhas de Calor!!!!







Acesse o link a seguir e assista o vídeo:

http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/professor-de-geografia-explica-conceito-de-ilhas-de-calor/2759197/

Efeito Estufa X Aquecimento Global








Acesse este link e assista o vídeo sobre impactos das Mudanças Climáticas, no Brasil!!!

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/9220/11_impactos_no_brasil_e_no_mundo/11_impactos_no_brasil_e_no_mundo.html

sábado, 21 de maio de 2016

A história do clima!


Diferença entre Clima e Tempo.




Bem pessoal, antes de saber o que é clima, você precisa entender o que é tempo atmosférico.

Tempo é o conjunto de valores (de temperatura, de pressão, de umidade e de precipitação) que em um dado momento e em certo lugar caracterizam o estado momentâneo atmosféricos de um determinado lugar (isto é, naquele momento específico)
tempo é o estado da atmosfera em um local determinado e em um momento definido. Assim, por exemplo, pode-se dizer que hoje em Londrina o tempo é quente e ensolarado, Por outro lado, o clima é a condição média da atmosfera durante um longo período. Assim, dizemos que o clima em Londrina é subtropical, com temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas ao longo do ano.

Tempo atmosférico corresponde ao estado da atmosfera num determinado momento, ou seja, é como se fosse uma "fotografia" da atmosfera, pela qual se percebem as condições meteorológicas, por exemplo: nublado ou não nublado.

Exemplificando:
- Se está fazendo sol ou não.
- Fazendo calor ou não.
- Fazendo frio ou não.

É isso pessoal!!!! Não tem como complicar, ok?!?!

As condições atmosféricas mudam constantemente. Existem mudanças bruscas que acontecem em poucas horas e processos amplos que duram séculos ou milhares de anos. Por isso é importante saber a diferença entre tempo e clima.

E o que é Clima????

Clima é o resultado dos registros do tempo atmosférico de um determinado lugar, realizados durante um período aproximado de 30 anos. 
Ou seja: o clima corresponde a sequência habitual de tempos atmosféricos. Por exemplo, no Brasil predomina o verão chuvoso e o inverno seco, formando o clima tropical continental. Portanto, o clima é mais duradouro ou permanente e não muda constantemente como o tempo atmosférico.

A observação dos tipos de tempo mais comuns e sua distribuição durante o ano revelam o clima de uma região. Para conhecê-lo, são analisados seus elementos principais (temperaturas, precipitações, ventos e pressão do ar), que têm suas condições médias estudadas ao longo de décadas.

Como os dados meteorológicos são obtidos

A temperatura é medida com um termômetro e seus valores são dados em graus, sendo a escala mais comum a Celsius. Como as temperaturas variam muito, nos estudos científicos os valores extremos são tão importantes quanto os médios.
As chuvas são medidas por meio do pluviômetro, que é um recipiente com marcas para a medição da altura da água da chuva nele contida. Se em um dia a água atinge 50 mm, dizemos que houve uma precipitação de 50 mm de chuva.
A pressão do ar é medida por um barômetro, em mm/Hg (milímetros de mercúrio). Quanto maior a pressão, menor a possibilidade de chuva.
A nebulosidade indica a existência ou não de nuvens e em qual altitude elas estão.
Para determiná-la, usa-se um feixe de laser que rebate na base das nuvens. O tempo gasto para o feixe ir e vir permite calcular a altitude da nuvem.
A direção do vento indica a sua orientação. É importante, pois permite conhecer as mudanças no tempo. Se uma nuvem está próxima do observador, mas o vento sopra em direção a ela, significa que ela não o alcançará. Cata-ventos e birutas são usados para determinar a direção dos ventos.

EXERCÍCIOS!!!

1 - Sobre os conceitos referentes a clima e tempo, destaque a opção correta:
a) Esses conceitos são sinônimos.
b) O clima é inconstante, ou seja, varia o tempo todo.
c) O tempo é considerado constante, não possui variação.
d) O Brasil inteiro possui o mesmo clima.
e) O clima é constante e o tempo é inconstante, ou seja, variável.

2 - ___________indica uma sucessão de varia­ções do tempo em um determinado lugar du­rante um longo período, no mínimo 30 anos.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) clima      b) tempo    c) temperatura

3 - O estado momentâneo do ar, num deter­minado local da Terra, caracteriza o ______ atmosférico desse lugar.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) clima      b) tempo    c) temperatura

4 – Como se chama a diferença entre a maior e a menor tem­peratura é a amplitude térmica de um lugar, que também pode ser diária, mensal e anual?
a) temperatura máxima    b) tempo      c) amplitude térmica

5 - Quando a umidade do ar é muito baixa, em determinados meses do ano, o que pode ocorrer conosco?
a)      a garganta fica seca e dolorida e o nariz pode sangrar.
b)      a garganta fica úmida e dolorida e o nariz pode sangrar.
c)       a garganta fica úmida e dolorida e o nariz pode ter sangramentos.

6 – Qual é sinônimo de granizo?
a) geada     b) chuva de pedra    c) nevoeiro

7 – Como se chama a  solidificação do orvalho e ocorre em madrugadas muito frias, quando as gotas de água do orvalho se resfriam a menos de 0 °C?
a) geada     b) chuva de pedra    c) nevoeiro

8 - _________formado pela condensação do vapor de água na atmosfera e se forma perto do solo.
Qual alternativa completa a lacuna da frase acima?
a) chuva      b) nevoeiro   c) geada

9 -  Qual é o nome da ciência que estuda a atmosfera e seus fenômenos?
a) meteorologia    b) geologia     c) agronomia

10 – Qual das alternativas abaixo não é uma precipitação?
a) geada     b) chuva de pedra    c) chuva    d)neve

11 – Qual é a precipitação que ocorre quando a temperatura nas nuvens permanece abaixo de 0o C e faz o vapor da água condensar-se e transformar-se em cristais de gelo?

a) geada     b) chuva de pedra    c) chuva    d) neve


domingo, 10 de abril de 2016

Desemprego Estrutural!


Neste assunto você encontrará: O que é? Causas do desemprego estrutural, características, exemplos, diferença do conjuntural, relação com a globalização econômica. Bom estudo!!!!

O que é (conceito)

O desemprego estrutural é aquele gerado pela introdução de novas tecnologias ou de sistemas e processos voltados para a redução de custos.

Estes novos elementos afetam os setores da economia de um país (indústria, comércio e serviços), causando demissão, geralmente, em grande quantidade.

Principais causas do desemprego estrutural (exemplos):

- Implantação de robôs no processo de produção industrial.

- Instalação de caixas eletrônicos em agências bancárias.

- Informatização em empresas e órgãos públicos, visando diminuir os processos burocráticos.

- Uso da Internet para serviços bancários, compras online e outros serviços.

- Adoção de processos administrativos eficientes nas empresas, visando otimizar o trabalho e reduzir a mão-de-obra.

- Introdução de novas tecnologias, que visam a substituição de mão-de-obra humana por computadores e máquinas automatizadas.

Diferenças entre desemprego estrutural e conjuntural

Enquanto o desemprego estrutural é causado pela adoção de novas tecnologias e processos, o conjuntural é gerado por crises econômicas internas ou externas. Crises econômicas, geralmente, diminuem o consumo, as exportações, a produção e, por consequência de tudo isso, aumenta o desemprego.

Quando a economia de um país se recupera, após o fim de uma crise, o desemprego conjuntural tende a diminuir. No caso do desemprego estrutural, as vagas de emprego fechadas naquelas funções não são mais retomadas.

Desemprego estrutural e globalização

A globalização da economia, que ganhou força a partir da década de 1970, teve grande participação no aumento do desemprego estrutural no mundo todo. A globalização econômica fez aumentar a competitividade em âmbito internacional, principalmente através do comércio exterior, fazendo com que as empresas buscassem formas de reduzir custos de produção, comercialização e transporte. Entre estas formas, podemos citar as principais causas do desemprego estrutural: adoção de novas tecnologias e sistemas administrativos e produtivos de custos reduzidos (ambos com diminuição de mão-de-obra).

Setores da Economia!

Vídeo que apresenta o surgimento dos setores da economia!










Vídeo que descreve as atividades ligadas a cada setor da economia!


Commodities!


População X Área, por Continentes!




Alguns números dos continentes
Continentes Área (Km²) Número de países População
Ásia 43.608.000 49 4.166.700.000
América 42.960.000 35    940.300.000
África 30.335.000 54 1.033.000.000
Europa 10.498.000 49    732.800.000
Oceania   8.923.000 15      35.800.000
Antártida 13.340.000  0                    0
Fonte países: Países-Membros da Onu. Ano 2014
Fonte população: 
Fundo de População das Nações Unidas 2012 – Dados 2010
Observação: A Onu reconhece a existência de 193 países. Alguns países possuem território em dois continentes, sendo eles: Egito, Timor-Leste, Geórgia, Azerbaijão, Rússia, Cazaquistão, Turquia, Armênia e Chipre.

sábado, 9 de abril de 2016

Função do IBGE!






O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE – é um órgão criado para levantar dados e informações sobre o território brasileiro. Trata-se de uma entidade muito importante, pois é a partir dos dados coletados pelo IBGE que é possível a elaboração de políticas públicas e um melhor conhecimento do país e do espaço geográfico.
Em seu site, o IBGE lista as seguintes atividades abaixo como sendo as suas principais funções:
- Analisar e criar dados estatísticos (população, renda, entre outros);
- Criação e análise de mapas e outras informações geográficas;
- Disponibilizar informações sobre o meio ambiente;
- Arquivar e divulgar informações sobre o país;
- Coordenar a produção de gráficos, dados e mapas sobre o Brasil.
Esse instituto é parte do Estado brasileiro, está oficialmente vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, além de possuir 27 unidades estaduais (uma para cada estado brasileiro), 27 setores de documentação e 581 agências de coletas de dados municipais. Além de tudo isso, o IBGE também mantém a Reserva Ecológica do Roncador, localizada próximo à capital Brasília.
Desde a época do Brasil Imperial existem órgãos do governo que tinham a função de levantar informações sobre o nosso território. Porém, o IBGE foi criado somente em 1936, pelo Governo Getúlio Vargas, substituindo o extinto Departamento Nacional de Estatísticas (DNE).
A cada dez anos, o IBGE realiza o Censo Demográfico, que é uma grande pesquisa em que funcionários pesquisadores visitam todos os lares e centros comerciais do Brasil para contar as populações e descobrir as suas características, tais como renda, local de nascimento, idade, religião e muitas outras.



ACESSE : http://www.ibge.gov.br/home/  



VÍDEO QUE ABORDA OS CONCEITOS RELACIONADOS A DINÂMICA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.



Apresentação do CENSO!




O que é o Censo? - A palavra censo vem do latim census e quer dizer "conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação". O Censoé a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.
Para que serve o Censo? - O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.
Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo? - Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.
O Censo interfere nos repasses de verbas públicas? - Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população.
O Censo interfere na representação política? - Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município.
Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo? - Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Índia



Após assistir ao vídeo, registrar no caderno as informações referentes a sociedade, religião, economia e território.

2026

  SEJAM BEM-VINDOS, QUERIDOS ALUNOS!!!! Aqui será nosso espaço virtual de aprendizagem... Espero que você aproveite bastante!!! Abraço carin...